No cenário tecnológico atual, não é surpresa que a Apple esteja utilizando seu significativo poder de mercado para negociar preços favoráveis para as baterias do iPhone. No entanto, o que pode causar estranheza é a substancial margem de lucro que a empresa gera com a substituição de baterias.
A bateria do iPhone 17 Pro Max: uma análise de custos.
As baterias de silício/carbono ainda não estão prontas o suficiente para as principais marcas. Já disse isso várias vezes: essas pessoas que dizem entender de tecnologia no Twitter não entendem nada. A bateria de 5088 mAh da Apple custava US$ 12 e uma de 6000 mAh, menor, custava US$ 18. Você acha que é por causa da redução de custos?
— Schrödinger (@phonefuturist) 7 de fevereiro de 2026
Recentemente, o analista de tecnologia Schrödinger compartilhou um detalhe intrigante em uma publicação no X sobre a bateria do iPhone 17 Pro Max. Segundo essa informação, a bateria de 5.088 mAh usada no aparelho custa à Apple apenas US$ 12. Em comparação, uma bateria de silício-carbono de 6.000 mAh custa cerca de US$ 18, embora em um formato mais compacto. Embora o comentário não tenha se concentrado nas vantagens e desvantagens das baterias de silício-carbono, as implicações financeiras desses valores são significativas, ilustrando as margens de lucro impressionantes que a Apple obtém com a substituição de baterias.
No final de outubro de 2025, a Apple divulgou os preços das peças de reposição para a linha iPhone 17. Os consumidores interessados em reparos podem acessar as seguintes peças na Loja de Reparos Self-Service da Apple:
- Bateria – $119
- Vidro traseiro – $159
- Câmera frontal – US$ 199
- Caixa com bateria – US$ 299
- Tela do iPhone 17 Pro – US$ 329
- Tela do iPhone 17 Pro Max – US$ 379
Se aceitarmos a estimativa de custo de Schrödinger de US$ 12 por bateria, a Apple obtém uma margem de lucro impressionante de US$ 100 por substituição de bateria, o que se traduz em uma margem de lucro notável de 89%.Esse nível de margem de lucro levanta questões sobre a ética de tais práticas de precificação no mercado atual.
Em uma nota mais positiva, o iPhone 17 Pro Max foi coroado o vencedor nos testes abrangentes de duração da bateria da CNET, que avaliaram 35 smartphones. Além disso, o iPhone 17 padrão e o OnePlus 15 ficaram em segundo lugar, demonstrando a eficiência da Apple, visto que o iPhone 17 possui uma bateria 49, 4% menor que a do OnePlus 15. Esse resultado destaca a capacidade da Apple de otimizar o desempenho, oferecendo aos consumidores um bom custo-benefício, apesar dos altos custos de substituição da bateria.
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