Final Fantasy VII Remake faz sua estreia no Switch
Lançado inicialmente para PlayStation 4, Final Fantasy VII Remake finalmente chegou a um console da Nintendo, sendo lançado para o Nintendo Switch 2 no início deste ano. Este lançamento marca uma das adaptações de terceiros mais notáveis até hoje. Surpreendentemente, o Nintendo Switch da geração anterior, com algumas modificações bem pensadas, também consegue rodar a versão para PC do jogo com eficiência. Essa conquista é ainda mais impressionante considerando as exigências de desempenho da camada de tradução Box64 + Wine utilizada para viabilizar a jogabilidade em uma arquitetura ARM.
Inovação do especialista em modificações Naga
A genialidade técnica por trás desse desenvolvimento veio do renomado modder Naga. Em um vídeo recente, Naga ilustrou o processo de transformação de um Nintendo Switch Lite em uma variante mais poderosa, apelidada de Nintendo Switch Lite “Pro”. Essa atualização envolveu não apenas a instalação de 8 GB adicionais de RAM, dobrando efetivamente a memória base do dispositivo, mas também melhorias no armazenamento com um cartão eMMC de 256 GB e a adição de uma tela OLED Super5.
Desempenho impressionante em jogos no Switch modificado.
O vídeo oferece uma visão fascinante de como o sistema modificado lida com diversas experiências de jogos, tanto nativas quanto emuladas. Além de demonstrar capacidades como The Witcher 3: Wild Hunt rodando a 45 FPS, Naga também mostrou a habilidade do Switch Lite Pro em emular títulos de PlayStation 3 como Kingdom Hearts HD 1.5 ReMIX, clássicos do Wii U como The Legend of Zelda: The Wind Waker e Twilight Princess, bem como jogos de PS Vita como Gravity Rush e Sly Cooper: Thieves in Time. No entanto, a maior conquista do sistema modificado é sua capacidade de rodar Final Fantasy VII Remake com uma qualidade jogável.
Melhorias e limitações
Embora o Nintendo Switch Lite Pro possa não ter o poder de processamento necessário para executar o jogo em suas configurações ideais, ele demonstra um desempenho impressionante, atingindo taxas de quadros jogáveis entre 20 e 30 FPS para um título de PC rodando através de uma camada de tradução. Esse feito exemplifica como modificações como o aumento da largura de banda da RAM poderiam ter aberto portas para ainda mais jogos considerados “impossíveis” durante o ciclo de vida original do sistema.
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